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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

To Save a Life


    Vi  esse filme agora e fui obrigado a vir aqui compartilhar com vocês. Esse filme é único, diferente de vários filmes cristãos que já vi, não melhor nem pior mas muito especial. O filme mostra o quanto nós podemos e precisamos fazer diferença nesse mundo, como as pessoas precisam de amor e compreensão. Muitas vezes vivemos nossa vida pensando só nos nossos problemas e dificuldades e esquecemos do nosso próximo que precisa urgentemente de nossa ajuda e carinho, esquecemos de olhar para fora e olhamos apenas para o nosso interior. Esse filme nos lembra de que podemos fazer a diferença nesse mundo mesmo que talvez pensemos que nossa vida não é um exemplo ou não temos capacidade, mostra que quando buscamos a felicidade e o bem para os outros a consequencia é também o nosso crescimento pois Ele nos guia. Não preciso falar muito mas apenas peço que não deixem de ver esse filme, vejam e deixem ser transformados, busquem e peçam a Deus que através da sua vida Ele transborde o Seu amor incondicional nesse mundo. Precisamos constantemente ser acordados de nossa vida centrada no eu, temos que olhar ao nosso redor, existem pessoas que precisam muito do amor de Deus, que preenche toda a nossa vida e nos traz paz. Que cada um de nós possa ser transformado a cada dia, rumo ao nosso alvo: JESUS!

Deus seja louvado para sempre, toda honra e toda glória ao Seu nome, amor incomparável, incondicional, inesgotável maravilhoso!

Nos guia Pai!

Jesus dis: O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. João 15:12


quarta-feira, 16 de junho de 2010

Tomando a Pílula Vermelha


   Você já se sentiu deslocado, como se não se encaixasse? Já notou que ninguém te entende, nem seus pais, nem o pastor, nem a igreja? Que todos querem que você seja mais um na multidão? Vestibular, faculdade, profissão, futuro, cobrança de todos os lados… “Bem-vindo ao esquema dos adultos. Aperte o cinto e prepare-se para ser assimilado!”. E se eu dissesse que você realmente tem razão em se sentir assim? Que tudo que você vive é fruto de um “sistema de controle” muito bem elaborado que serve para impedir que você perceba a verdade?

   Em Matrix, sucesso do cinema, a humanidade vive encapsulada, num estado de coma, servindo como fonte de energia para as máquinas. Para que isso seja possível, as máquinas mantêm a mente das pessoas presas numa construção de software que simula um mundo real. Imagine esse software como um SecondLifei, ou um The Simsii. Seria como uma construção virtual de um supercomputador inteligente como o Skynetiii em O Exterminador do Futuro. Uma simulação perfeita onde você pensa estar vivendo normalmente. Tão perfeita que você jamais suspeitaria não ser real. Neo se encontra na mesma situação vivendo uma vida sem sentido. Vivendo num programa de computador: a Matrix.

   Nem todos vivem na Matrix. Alguns conseguiram ter suas mentes libertas e lutam contra as máquinas para libertar o máximo de pessoas dessa prisão psiquista. Um dos líderes dos humanos livres, chamado Morpheus, entra em contato com Neo na Matrix: “Acorde, Neo”.

No filme, Morpheus conversa com Neo sobre sua inquietação:

“Você (Neo) veio aqui porque sabe de algo. Você não consegue explicar o que sabe, mas o sente. Tem sentido a vida inteira; tem sentido que há algo errado no mundo. Você não sabe o que é, mas existe, como uma farpa na mente, que o faz enlouquecer”.

   Neo vive esperando acordar de um sonho muito real. E por acreditar que é um sonho, mesmo sabendo que alguma coisa está errada, ele se conforma com a realidade e espera por um milagre que o faça enxergar a verdade. Neo quer descobrir o que é a Matrix e aceita o convite de Morpheus para conseguir as respostas para as tantas perguntas que ele tem.

No filme temos o famoso diálogo entre Morpheus e Neo:

Morpheus: Você a sente quando vai para o trabalho quando vai à igreja, quando paga seus impostos. É o mundo que foi colocado diante dos seus olhos para que você não visse a verdade.

Neo: Que verdade?

Morpheus: Que você é um escravo. Como todo mundo, você nasceu num cativeiro, nasceu numa prisão que não consegue sentir ou tocar. Uma prisão para sua mente. Infelizmente, é impossível dizer o que é a Matrix. Você tem de ver por si mesmo. Esta é sua última chance. Depois não há como voltar. Se tomar a pílula azul, a história acaba, e você acordará na sua cama acreditando no que quiser acreditar. Se tomar a pílula vermelha ficará no País das Maravilhas e eu te mostrarei até onde vai à toca do coelho. Lembre-se, tudo que ofereço é a verdade. Nada mais.
   E você? Já teve a sensação de que está sendo manipulado? E se a igreja fosse uma Matrix? E se tudo que aprendeu, ouviu e viu não passa de um sistema de controle institucionalizado? E se o Jesus que te apresentaram não passa de um poderoso artifício de enganação? E se o Evangelho que te ensinaram foi convenientemente distorcido?

   E se você tivesse a mesma oportunidade de Neo de saber a verdade, o que você escolheria? A pílula vermelha ou a pílula azul? Responsabilidade ou comodidade? Realidade ou ilusão? Fazemos opções todos os dias, e elas definem o que somos. Escolhendo a pílula azul, você teria uma vida de satisfação inadvertida: frequentando regularmente a igreja, esperando felicidade, alegria e prosperidade entregando seu dízimo, cantando e orando, ouvindo os sermões, participando dos eventos da igreja e evitando questões profundas que poderiam tirá-lo da zona de conforto e ignorância. Tomando essa pílula, não é preciso se preocupar com o que pregam ou fazem. Mas, escolher tomar a pílula vermelha significa que você está cansado de ser uma simples marionete do sistema religioso. Que está exausto de estar na igreja para apoiar o pastor ou o ministério. Só para passar uma imagem de um jovem crente bem ajustado. Tomar a pílula vermelha quer dizer que você quer ser realmente livre.

   A igreja como está é um sistema de manipulação de mentes. É uma prisão de quatro paredes. Uma bolha onde a consciência coletiva é controlada através de hierarquia, proibições, liturgias, regras, costumes e tradicionalismos que acabam por programar as pessoas a não pensar e não criticar. Esse sistema religioso como tal, se alimenta sugando a energia dos membros: tempo, dinheiro, talento, dons e família. Você vive alienado do mundo, indiferente às questões mais urgentes da sociedade. Cria-se uma subcultura “gospel” deixando cada vez maior o abismo entre os que necessitam das boas notícias de Cristo, e aqueles que foram chamados para levar essas boas notícias aos que necessitam. A palavra igreja vem do grego ekklesia que significa “chamados para fora”. Contudo, esse sentido há muito se perdeu, visto que cada vez mais os cristãos se trancafiam em seus templos e vivem vidas totalmente irrelevantes para a sociedade.

   Cristo nos chamou para sermos sal e luz da terra e, para tal, precisamos sair de debaixo da mesa, nos libertar da igreja que existe como uma Matrix, e realmente sair para fora desse “sistema de controle”, e saber discernir o que andam ensinando nos púlpitos. Jesus discerniu e viveu fora do sistema religioso de sua época de maneira que isso irritou tanto os líderes que quiseram matá-lo. Foi para a liberdade que Cristo nos libertou das trevas, por isso não devemos nos submeter novamente a nenhum jugo de escravidão, muito menos um jugo religiosoiv. Deixemos de ser preguiçosos e de nos conformar com tudo que nos jogam goela abaixo. Sejamos transformados pela renovação da nossa mente em Cristo, através da Bíbliav.

   Você pode escolher ser responsável por quem é, e por quem se torna em Cristo, ou pode escolher ser mais um na multidão, mais uma mente presa e manipulada, um zero à esquerda, um robozinho programado para fazer o seu serviço e não incomodar. Pode escolher sair da Matrix, sair da caixa e fazer diferença na vida dos amigos, da família e da sociedade. Ou você pode escolher ser um crente desinteressado, distante e alienado vivendo uma falsa realidade dentro das quatro paredes de um templo, e nunca conhecer o “deserto do realvi” onde as pessoas têm sede de conhecer a Verdade que veio para libertar. Ou você pode escolher viver radicalmente tudo o que Jesus ensinou e ser como Cristo convivendo, caminhando junto, entendendo o problema do outro, vivendo, perdoando e amando. Você pode escolher tomar a pílula azul e continuar sendo um crente que não faz diferença e continuar a alimentar o sistema religioso que não tem compromisso com as pessoas e suas necessidades reais. Ou você pode escolher tomar a pílula vermelha e seguir os passos de Cristo, discernindo lobos em pele de ovelha e suas mensagens enganosas, e tendo curiosidade pela Bíblia, permanecendo nas Palavras de Jesus, para que conheça a verdade, e a verdade o libertevii.

   Parafraseando Trinity no filme, “é a pergunta que nos move”. Você tem sede de saber a verdade? Tem perguntas a serem respondidas? Tem dúvidas a serem sanadas? As dúvidas são essenciais para o desenvolvimento da fé. Muitos crentes acham que sua igreja tem todas as respostas e estas por sua vez nunca abrem espaço para questionamentos ou dúvidas. Para piorar, muitas vezes, as únicas respostas que a igreja tem são precárias ou manipuladoras. Quer saber até onde vai a toca do coelho? Quer ser realmente um discípulo de Cristo, livre, responsável, que pensa, entende, busca, raciocina e atende ao chamado de Jesus para sair para fora da Matrix? Uma vez fora do “sistema religioso de controle e manipulação” você pode fazer como Neo e agir no sistema para libertar os que ainda estão presos e sendo usados para inchá-lo.

   Que tal criar uma nova versão do software do Cristianismo, depurando o código fonte? O que acha de deixar de ser um agente da Matrix e começar a ser um revolucionário como Jesus, e tornar-se um agente de mudança? Então tome a pílula vermelha… mas, lembre-se tudo que ofereço é a verdade, nada mais.

Notas:

i O Second Life é um ambiente virtual e tridimensional que simula em alguns aspectos a vida real e social do ser humano. Foi desenvolvido em 2003 e é mantido pela empresa Linden Lab. Dependendo do tipo de uso pode ser encarado como um jogo, um mero simulador, um comércio virtual ou uma rede social. O nome “second life” significa em inglês “segunda vida” que pode ser interpretado como uma “vida paralela”, uma segunda vida além da vida “principal”, “real”. Dentro do próprio jogo, o jargão utilizado para se referir à “primeira vida”, ou seja, à vida real do usuário, é “RL” ou “Real Life” que se traduz literalmente por “vida real”. (Wikipédia)

ii The Sims é uma série de jogos eletrônicos de simulação de vida, criado pelo designer de Jogos Will Wright e distribuído pela Maxis. Com o lançamento inicial do primeiro jogo em Fevereiro de 2000. São jogos onde se podem criar e controlar as vidas de pessoas virtuais (chamadas de Sims). O jogo atraiu legiões de fãs, devido a sua simplicidade e objetividade. Hoje em dia, existem plataformas de The Sims para PC, Celular, Nintendo DS, Playstation 2 e outros. (Wikipédia)

iii Quando em 1997, um supercomputador inteligente, Skynet, decide eliminar todos os seres humanos, que vê como uma ameaça, provoca um holocausto nuclear, que dizima grande parte da população. Inicia-se então uma guerra entre os poucos sobreviventes, e os cyborgs Exterminadores criados por Skynet para destruir os últimos humanos. Apesar das poucas hipóteses, os humanos liderados por um homem chamado John Connor, ganham vantagem. Perante a eminência da derrota, Skynet envia um dos cyborgs numa viagem no Tempo, para o passado nos anos 80, antes da guerra, com o objectivo de assassinar a mãe do líder da Resistência, Sarah Connor, antes mesmo de este nascer. Para protegê-la, a Resistência consegue também enviar um protector humano, Kyle Reese.(Wikipédia)

iv Paráfrase de Gálatas, Capítulo 5, Versículo 1.

v Paráfrase de Romanos, Capítulo 12, Versículo 2.

vi Conceito de Simulacros e Simulação, de Jean Baudrillard. Quem vive no deserto do real existe num mapa, não num territóro; o que se acredita ser real é uma cópia sem original.

vii Paráfrase do Evangelho de João, Capítulo 8, Versículo 32.

O autor desse ótimo texto é Thiago Medanha, o texto original está disponível no site do mesmo: Thiago Medanha

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A Teologia de Avatar

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   O sucesso de “Avatar” foi bilionário. Os efeitos visuais do filme de J. Cameron são mesmo incríveis — assisti em 3D. A mensagem central é alinhada ao que tem sido considerado politicamente correto pelo paradigma socialoide, tanto antropológica como ecologicamente. Milhares de povos têm sido de fato destruídos ao longo da história por causa da ganância império-colonialista, que passa como um rolo compressor por cima de terras, casas, referências culturais, corpos e o que mais for preciso em nome do lucro. Tangencialmente somos informados que a Terra já teria seu habitat destruído — e agora vemos os homens (machos brancos) exportando para os limites da galáxia a cultura de exploração destrutiva, garantida por tropas militares (mercenários sem bandeira, mas que se comunicam no idioma do mercado…), enquanto os frágeis (mulher e deficiente físico) salvam o mundo imaginado no espaço. Uma projeção na telona das angústias e anseios da humanidade.

    Então, a mensagem de preservação de povos, culturas e o meio ambiente é bacana e necessária. Porém chamo a atenção para a teologia (o discurso sobre o deus, o divino, a deidade) que é sedimentada na mente dos expectadores “almiabertos” (boquiabertos). Não é questão de demonizar a produção e não assistir ao filme, mas de saber os corantes e conservantes que o compõem e aos quais somos expostos (e que não são informados na embalagem) e que, em alguns casos, colateralmente, poderão redundar nalgum câncer espiritual.

   Cito a Wikipédia, por ser uma referência popular: “Avatar é uma manifestação corporal de um ser imortal, segundo a religião hindu, por vezes até do Ser Supremo. Deriva do sânscrito ‘Avatāra’, que significa ‘descida’, normalmente denotando uma (religião), encarnações de Vishnu (tais como Krishna), que muitos hinduístas reverenciam como divindade… Qualquer espírito que ocupe um corpo de carne, representando assim uma manifestação divina na Terra…” Quando essa forma impersonalizada de Deus transcende daquela dimensão elevada para o plano material do mundo, ele — ou ela — é conhecido então como a encarnação ou Avatara… Em uma concepção mais abrangente, a encarnação poderia ser descrita como o corpo de carne. Mas essa concepção seria talvez errada, conquanto tais formas divinas não se tornam reais seres de carne e osso, ou assumem corpos materiais. Uma alma comum assume corpos materiais de carne e osso, mas no caso dessa manifestação divina, seu corpo e sua alma transcendem a matéria e, embora apareçam como impersonalizações, aquele corpo também pertence a sua essência espiritual… Essa palavra “Avatar” se tornou popular entre os meios de comunicação e informática devido às figuras que são criadas à imagem e semelhança do usuário, permitindo sua “impersonalização” no interior das máquinas e telas de computador… Tal criação assemelha-se a um avatar por ser uma transcendência da imagem da pessoa, que ganha um corpo virtual, desde os anos 80, quando o nome foi usado pela primeira vez em um jogo de computador… Mas a primeira concepção de avatar vem primariamente dos textos hindus, que citam Krishna como o oitavo avatar — ou encarnação — de Vishnu, a quem muitos hindus adoravam como um Deus”.

   Não há como ignorar o componente teológico envolvido no filme. Primeiro, pelo nome do filme em si (a orientalização do Ocidente é uma tendência que vem crescendo desde meados do século 20), assim como por um linguajar que faz referência e remete ao hinduísmo. Segundo, pela ideia de espírito / mente de um ser “transmigrar” para outro corpo (em “Avatar”, paralelamente, num mesmo tempo e espaço; no hinduísmo, sucessivamente, noutro tempo e forma de vida). Terceiro, e principalmente, pela noção panteísta de divindade, ou seja, um poder divino embutido na natureza, visualizado e adorado em forma de árvore especial, com a qual é possível estabelecer contato e comunicação (é pessoal), que elege seres para tarefas salvíficas, que mantém aquele mundo em equilíbrio, que move os elementos (animais, por exemplo) que compõem aquele cosmos, que toma a vida (decide quem continua a viver), que realiza o milagre de transferir efetivamente uma alma de um corpo para outro. Quarto, pela semelhança sonora entre o nome da divindade (Eiwa) com Jeová. Seria a tentativa de alguma redefinição do Deus revelado por Jesus, segundo a Escritura? (A tendência atual não é ateísmo, mas uma forma religiosa natural, mais palatável que o Deus bíblico.) Ainda há outros aspectos, mas esses bastam para mostrar o ponto: “Avatar” está cheio de elementos teológicos, no caso, panteístas.

   O contraste com o Deus da Bíblia é enorme, pois ele é o Deus Eterno, Criador, o Deus Soberano no universo (não limitado a uma lua do cosmos), o Deus que é espírito puro, o Deus Pai de Jesus Cristo (chamado por alguns hindus modernos de um avatar…), o Deus que ama e salva a sua criação entrando na história e assumindo a cruz para resgatá-la.
Sem paranoia, mas vigiando (levando em conta que J. Cameron patrocinou um documentário que questiona a ressurreição de Jesus), o que a cultura contemporânea vem sedimentando em nossa alma? Quais serão os efeitos espirituais reais que tal cosmovisão terá sobre a mente de milhões de consumidores desse tipo de cultura?

   Pessoalmente, não gostaria de viver em sociedades como as que a teologia hindu pariu (idealizada pela novela “Caminho das Índias”). É claro, portanto, que há uma relação direta entre a teologia e o modo de vida, entre uma teologia idólatra e um modo de vida igualmente reduzido, entre uma concepção panteísta da divindade e uma espiritualidade esvaziada da cruz.
Não vivemos sem cultura. Alimentamo-nos constantemente dela. Esse artigo tem por objetivo despertar a atenção para as expressões culturais que ingerimos. A ideia é provocar reflexão e reação. Gostaria muito de saber quais foram as suas impressões sobre o filme, de ouvir sua ressonância, ainda mais que o diretor já anunciou a continuação de “Avatar” em mais um ou dois filmes.

Autor: Christian Gillis
Fonte: Ultimato

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Filme O Livro de Eli



   O novo filme do ator Denzel Washington “The Book of Eli“, que aqui no Brasil ganhou tradução literal “O livro de Eli” conseguiu tirar “Avatar” de James Cameron da liderança. No filme, Washington dá vida ao personagem Eli, um herói solitário que precisa viajar pela América para entregar um livro capaz de salvar a humanidade. O filme arrecadou US$ 11,7 milhões, “Avatar” caiu para segunda posição, arrecadando US$ 10,4 milhões, já no terceiro lugar do pódio, temos “Um Olhar no Paraíso“, com US$ 5,7 milhões e “Sherlock Holmes” que arrecadou US$ 2,8 milhões levou o quarto lugar. Os irmãos gêmeos Albert e Allen Hughes, assinam a direção do filme que chega em 19 de março nos cinemas brasileiros.

Nota: Esse é o novo filme que está previsto para ser lançado aqui no Brasil em março. Conta a história de um homem que vive num mundo pós-apocaliptico e protege a última Biblia existente no mundo para que possa revelar às pessoas a única coisa que pode salva-lás. Pelo trailer parece ser um ótimo filme. Ficamos aguardando.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

O Fazendeiro e Deus


   Africa do Sul - Angus Buchan é um fazendeiro de origem escocesa, muito trabalhador, dedicado à mulher e aos filhos, mas violento diante das contrariedades. Quando a situação em Zâmbia fica perigosa, ele decide mudar-se para KwaZulu Natal e recomeçar do zero. Morando num trailer, com a ajuda de Simeon Bhengu, um zulu que se oferece para o trabalho, a família Buchan luta para instalar-se nesta nova terra. À medida em que as dificuldades se avolumam, Angus mergulha num misto de medo, furia e desespero. Neste momento ele é convidado para uma reunião de agricultores na Igreja Metodista local. Como consequência, em vez de riqueza, o fazendeiro passa a buscar Deus, e encontra a felicidade, a paz e o sucesso.

   "O Fazendeiro e Deus" baseia-se na história real de Angus Buchan, que se tornou um pregador da palavra de Deus ao redor do mundo, enquanto sua família e Simeon Bhengu tocam a bem-sucedida fazenda Shalom, na África do Sul. Angus compara a fé em Deus à cultura de batatas, que permanecem invisíveis até o momento da colheita.

Trailer



Nota: Já assisti ao filme, é muito legal. Tem cenas para todos os gostos: humor, diversão, drama e até ação. O filme, como citado acima, conta a história de um casal que em meio as dificuldades do dia a dia encontra sua fortaleza, sua rocha: Deus. Antes de encontrar a Deus Angus o pai da família era um homem que se irritava facilmente e sempre muito estressado, mas a partir do momento que o espírito santo entra em sua vida Deus começa a moldá-lo, torna-se um homem mais solidário com um coração amoroso. As dificuldades continuam mas com sua esposa fiel e carinhosa todos os problemas são enfrentados com bom animo. Com a companhia de Deus através das orações as dificuldades são vencidas. Só resta dizer que vale muito a pena assistir ao filme, pois é uma história que prende e muito emociona. Abaixo a foto do casal que inspirou a história para a criação do filme, parabéns a eles, nos dias de hoje estão cada vez mais raros exemplos assim.




Glória a Deus!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Eu sou a Lenda




   Para quem ainda não viu esse filme fica a dica: vale MUITO a pena. O filme conta a história de um cientista Robert Neville interpretado no filme por Will Smith que mora sozinho em Nova Yorke após uma doença devastadora ter exterminado praticamente toda a humanidade. Com a intenção de criar a cura para o câncer os cientistas acabam criando um vírus que se não mata as pessoas as transforma em zumbis altamente raivosos e destruidores. O mais interessante no filme é a mensagem que ele passa, todo o filme faz uma metáfora sobre a vida do nosso salvador Jesus Cristo. O homem querendo se salvar e fazer as coisas conforme a sua vontade acaba criando um vírus mortal (pecado), esse por sua vez aniquila praticamente toda a humanidade. Mas há uma salvação. Durante o filme o ator tem várias atitudes que fazem claras referências a mensagem de Jesus, como na parte da música sobre a mensagem de amor que ele veio nos trazer. A mensagem está escancarada em cada cena do filme e nos faz lembrar de Jesus Cristo, que veio a terra e morreu por nossos pecados. Esse artigo explica ainda mais qual a mensagem do filme Eu sou a Lenda:

Lembraremos da mensagem ou da adrenalina?


Será que um filme sobre zumbis comedores de gente pode ter alguma utilidade positiva além de fazer o sangue circular mais rápido? Por incrível que pareça, ”Eu sou a lenda” prova que sim. Nessa adaptação de um livro de 1954, Will Smith interpreta o cientista Robert Neville, a única pessoa imune a um vírus que transformou toda a raça humana em mortos-vivos antropófagos. E como ele aparentemente é o último homem sobre a Terra, Neville é o petisco mais cobiçado pelos monstrengos. A luta para continuar vivo enquanto combate os zumbis, a solidão, a desesperança e o desespero dão a tônica ao filme.

O tal vírus é fruto de um erro humano: na tentativa de desenvolver uma vacina contra todas doenças letais, pesquisadores acabam criando o microorganismo maligno. Isso acaba gerando reflexões interessantes sobre até onde a criatura pode interferir na obra do Criador. Que, aliás, é lembrado em diversos momentos da história. Quando a família de Neville entra em um helicóptero, por exemplo, todos oram a Deus em conjunto.

Mas a presença de Deus em “Eu sou a lenda” é apresentada de modo bem mais sofisticado do que simplesmente nessa referência. Os conceitos de fé e sacrifício redentor são, ao final, o cerne da história. Neville tipifica uma figura messiânica, o único que pode salvar toda a humanidade, consumida e distorcida por um mal que transforma todos em seres malignos - metaforicamente, o pecado. A luta do cientista para alcançar seus objetivos demora três anos e exige, literalmente, o derramamento de seu próprio sangue. Uma imagem que pode servir para os jovens como uma ilustração futurista do sacrifício de Jesus.

Em certo momento, alguém diz ao herói: ”Foi a vontade de Deus que nos encontrássemos. Se escutarmos, podemos ouvir o plano de Deus”. Ao que o abalado Neville responde: ”Não há Deus! Não há Deus!”. Epa! Mas calma, quando a situação parece que não pode ficar pior, ele muda de idéia. A ponto de dizer a certa altura: ”Deus não fez isso, nós fizemos”. E fica claro que ele estava sendo usado pelo Senhor para ajudar a humanidade.

Tecnicamente, “Eu sou a lenda” é fantástico. Os especialistas em computação gráfica conseguiram transformar Nova York numa cidade mais ao estilo “Mad Max”, inóspita e apocalítica, do que a simplesmente deserta Londres de ”Extermínio”, filme de zumbis que segue a mesma linha. A transformação das pessoas em mortos-vivos é outro primor. E a interpretação de Will Smith não deixa nada a desejar aos seus melhores filmes de ação, como ”Eu, robô”, ”Independence Day” e ”Homens de Preto”. Smith tem sempre a capacidade de criar personagens cheios de estamina, que todos gostaríamos de ter como irmãos mais velhos.

A questão que permanece é que a adrenalina é tão elevada que provavelmente as questões filosóficas e messiânicas do filme podem passar despercebidas do grande público. Tomara que ”Eu sou a lenda” provoque mais do que um aglomerado de sustos e gritos: torcemos para que leve o público a uma reflexão sobre o mal que consome a humanidade e o único redentor capaz de salvá-la.¹




   Todo um filme é apenas uma ficção. Mas a verdade é que realmente Jesus Cristo veio a terra e morreu por nós na cruz, deu sua própria vida para nos salvar. Através da sua obra redentora nossa doença mortal o pecado foi curada, e agora temos uma nova vida. Todos nós já nascemos com essa doença e condenados a morte, mas pelo seu imenso amor Deus entregou seu próprio filho para que sejamos salvos e possamos voltar a presença Dele. Tome esse antídoto, aceite Jesus em sua vida, muito mais do que te curar Ele pode fazer.

¹Fonte: O verbo.